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terça-feira, 14 de julho de 2020

Shin Hyun Joon responde ao pedido do ex-empresário para reinvestigação de alegações de uso de drogas no passado

A disputa entre Shin Hyun Joon e seu ex-empresário, Kim Gwang Seob, continua.

Em 9 de julho, Kim Gwang Seob, ex-empresário de Shin Hyun Joon e ex-diretor de sua agência atual, HJ Film, deu uma entrevista na qual revelou ter sido maltratado pelo ator por 13 anos. Ele alegou que, durante esse período, havia sido mal pago, respondido com grosseria, forçado a cuidar da mãe de Shin Hyun Joon e recusado a um contrato formal. Shin Hyun Joon e HJ Film divulgaram um comunicado negando tais alegações.

Já em 13 de julho, Kim Gwang Seob lançou uma série de mensagens de texto enviadas entre ele e Shin Hyun Joon. Em resposta, Shin Hyun Joon e HJ Film declararam que essas mensagens haviam sido editadas com intuito malicioso e anunciaram que iriam tomar medidas legais.

Também em 13 de julho, Kim Gwang Seob apresentou uma acusação por escrito à Delegacia de Seul Gangnam, pedindo-lhes para reinvestigar a alegação de que Shin Hyun Joon tomou Propofol ilegalmente em 2010.

Segundo a notícia, a acusação escrita afirma que, em 2010, o ator foi intimado a aparecer em uma investigação sobre o uso excessivo de Propofol. Kim alegou que ele e Shin Hyun Joon se encontraram com o investigador em um café. O investigador da acusação mostrou a Shin Hyun Joon as evidências da injeção de Propofol em seu prontuário médico, e Shin Hyun Joon disse que às vezes recebia o medicamento como tratamento para sua dor nas costas. O investigador, então, solicitou um atestado médico, porém Kim afirmou que não sabe o que aconteceu depois disso. Em sua acusação escrita, Kim solicitou uma nova investigação sobre como Shin Hyun Joon foi investigado na época e como a investigação havia terminado.

O propofol é usado como indutor do sono e anestésico e é classificado como uma droga psicoativa na Coréia do Sul, o que torna ilegal o uso para outros procedimentos que não sejam procedimentos cirúrgicos.

Em 14 de julho, em uma entrevista ao OSEN, Shin Hyun Joon disse: "Eu tenho vivido em silêncio na indústria do entretenimento, mas recentemente senti muita dor. Estou em uma situação em que tenho que ter cuidado com tudo. Ainda não sei porque [Kim Gwang Seob] está agindo assim. O público tem muito o que confundir e esgotar, mas todos os dias os problemas que deveria ser entre nós dois está explodindo aos olhos do público. Estou especialmente magoado porque ele poderia me ligar se estivesse chateado com alguma coisa. Me sinto desencorajado."

Em resposta ao conteúdo da acusação escrita, Shin Hyun Joon disse: “Eu posso falar exatamente sobre isso. Lee Gwan Yong [seu atual empresário e atual diretor da HJ ​​Film] também esteve lá. Como eu sofria de dores nas costas, recebi um diagnóstico e tratamento de um hospital recomendado por Kim Gwang Seob. Posteriormente, o hospital foi investigado pela promotoria, então fui contactado como paciente pelo prontuário. Não conheci o investigador na delegacia de polícia, mas em um café no bairro de Apgujeong. Eu disse ao investigador a verdade e a investigação terminou com o reconhecimento de que as injeções eram para o objetivo de tratamento específico.”

Ele continuou: "Ele está tentando desenterrar coisas antigas. Não sei porque ele está sendo assim. Ele é alguém em quem eu confiei, então o sentimento de traição é forte. Não sei porque ele está tentando escolher por esse caminho. Éramos amigos há muito tempo e ainda tenho boas lembranças do tempo que passamos juntos. Ele teve dificuldades porque não teve sucesso com seus investimentos. Depois disso, ele cortou contato. Ouvi um boato de que ele se tornara um monge budista, então procurei por ele no templo. Por minha parte, tentei encontrar meu velho amigo."

O ator concluiu: "Não tenho ideia do que ele tentará a seguir. Em vez de ficar ansioso, estou apenas desanimado. Só posso me arrepender dos anos que passamos juntos como amigos."

Uma fonte do esquadrão de drogas da delegacia de Gangnam afirmou: “É verdade que recebemos uma acusação por escrito sobre uma alegação de uso ilegal de Propofol em relação a Shin Hyun Joon. Nesta fase, processamos a reclamação civil. Como a denúncia afirma que uma investigação havia ocorrido naquele momento, teremos que verificar a verdade disso. Se for um caso a partir de 2010, também há o estatuto de prescrições a considerar. ” A maioria dos casos de drogas na Coréia do Sul tem um prazo de prescrição de sete anos.

Créditos
Fonte: SOOMPI
Tradução: ANCE

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